Cancro da bexiga

Cancro da bexiga

As células epiteliais da bexiga são as responsáveis pela constituição do tecido epitelial que reveste o interior da bexiga. No seu estado normal, estas células crescem e dividem-se em novas células, que são formadas à medida que vão sendo necessárias, a este processo chama-se regeneração celular.

 

Quando as células da bexiga normais envelhecem ou são danificadas, morrem naturalmente. Quando as células perdem este mecanismo de controlo e sofrem alterações no seu genoma (DNA), tornam-se células de cancro, que não morrem quando envelhecem ou se danificam, e produzem novas células que não são necessárias de forma descontrolada, resultando na formação de um cancro.

 

Ao contrário das células normais, as células de cancro da bexiga não respeitam as fronteiras do órgão, podendo invadir os tecidos circundantes ou disseminar a outras partes do organismo. A este processo dá-se o nome de metastização. As metástases do cancro da bexiga podem localizar-se em órgãos como o pulmão, o fígado e os ossos.

 

Existem vários tipos de cancro da bexiga, que poderá consultar aqui.

 

Epidemiologia

O cancro da bexiga é a quinta neoplasia mais comum em todo o mundo, constituindo cerca de 4% dos cancros viscerais nos países industrializados. Afecta predominantemente o sexo masculino e o pico de incidência é entre a sexta e sétima décadas de vida.