Cancro do osso

Cancro do osso

No seu estado normal, as células crescem e dividem-se em novas células, que são formadas à medida que vão sendo necessárias. A este processo chama-se regeneração celular. Quando as células normais envelhecem ou são danificadas, morrem naturalmente. Quando as células perdem este mecanismo de controlo e sofrem alterações no seu genoma (DNA), tornam-se células de cancro, que não morrem quando envelhecem ou se danificam, e produzem novas células que não são necessárias de forma descontrolada, resultando na formação de um cancro.

 

Ao contrário das células normais, as células de cancro podem espalhar-se para outras partes do organismo. A este processo dá-se o nome de metastização.

 

O cancro primário do osso – osteosarcoma - é um tumor maligno com origem em células que formam osso – os osteoblastos.

 

O cancro secundário do osso, são lesões ósseas que são formadas por células originárias noutros órgãos que circularam pelos vasos e se implantaram nos ossos. A esta condição dá-se o nome de metástases ósseas comuns em cancros epiteliais, frequentes com o cancro da próstata, do pulmão e da mama.

 

O cancro secundário do osso é muito mais frequente do que os tumores primários do osso. Os cancros do osso fragilizam-no tornando-o mais sujeito a fraturas. O osteosarcoma e o histiocitoma fibroso maligno do osso são cancros em que as células malignas se formam no osso. O osteosarcoma habitualmente começa nos osteoblastos que são as células que formam novo osso. Este cancro é comum em adolescentes, aparece nas extremidades dos ossos longos dos membros, frequentemente perto do joelho. Pode raramente ter origem em tecido não ósseo.

 

O osteosarcoma é o cancro mais frequente do osso, o histiocitoma fibroso maligno é raro mas tratam-se da mesma forma.

 

O sarcoma de Ewing e os tumores dessa família podem aparecer também nos ossos ou noutros tecidos e também se tratam de forma semelhante.