Cancro do rim

Cancro do rim

As células epiteliais do rim formam a maior parte do órgão. No seu estado normal, estas células crescem e dividem-se em novas células, que são formadas à medida que vão sendo necessárias, a este processo chama-se regeneração celular.

 

Quando as células normais envelhecem ou são danificadas, morrem naturalmente. Quando as células perdem este mecanismo de controlo e sofrem alterações no seu genoma (DNA), tornam-se células de cancro, que não morrem quando envelhecem ou se danificam, e produzem novas células que não são necessárias de forma descontrolada, resultando na formação de um cancro.

 

Ao contrário das células normais, as células de cancro do rim não respeitam as fronteiras do órgão, invadindo os tecidos circundantes e disseminando a outras partes do organismo. A este processo dá-se o nome de metastização.


Existem vários tipos de cancro do rim, que poderá consultar aqui.

 

Epidemiologia

Em Portugal o cancro do rim representa cerca de 1,8% de todos os tumores malignos, estimando-se que surjam cerca de 600 a 700 novos casos por ano.

 

O cancro do rim é ligeiramente mais frequente nos homens do que nas mulheres e é geralmente diagnosticado entre os 50 e os 70 anos. O cancro do rim mais comum é denominado carcinoma de células renais.