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Medicina Dentária CUF

Medicina Dentária

A Medicina Dentária dedica-se à abordagem de todos os aspetos relacionados com a saúde oral, para a qual existe, felizmente, uma crescente sensibilização por parte da população em geral.


A velocidade dos progressos médicos registados no passado recente, tanto a nível do conhecimento como a nível tecnológico tem conduzido a medicina e as suas especialidades médicas em direção à subespecialização, acompanhando assim a progressão histórica da profissão: Numa fase inicial existiram apenas médicos. Mais tarde surgiu a necessidade de ter médicos especialistas cuja área de intervenção fosse mais restrita: olhos (oftalmologia), coração (cardiologia), articulações (ortopedia), boca (estomatologia), entre outros.

 

Hoje encontramo-nos numa nova fase. Existem actualmente clínicos cuja área de intervenção é apenas a articulação do joelho ou do ombro. Tal como existem médicos dentistas cuja atuação se centra na gengiva (periodontologistas) ou no sistema nervoso do dente (endodontia).

 

Trata-se de um desfecho natural uma vez que o rápido aumento de conhecimento sobre um orgão ou sistema de orgãos é sempre acompanhado pelo crescimento do leque de opções terapêuticas para o tratamento e prevenção de uma determinada doença.

 

A dificuldade reside precisamente no dever que o clíníco assume de prestar o melhor tratamento possível ao doente, quando o volume de conhecimento aumenta de forma tão exponencial. Significa então que tratar da melhor forma para uma qualquer doença hoje, implicará uma técnica e tecnologia diferentes do que se a mesma doença fosse tratada ontem ou amanhã.

A atualização constante do conhecimento científico do corpo clínico é então essencial para a boa prestação de cuidados de saúde.

 

A 1ª Consulta e a importância do diagnóstico multidisciplinar

O problema central da subespecialização da medicina e da medicina dentária em particular está no conhecimento específico do clínico para um diagnóstico geral do doente, ou seja:

O doente pode, infelizmente, ter presente em simultâneo uma diversidade de doenças associadas a várias subespecialidades diferentes.

É por esta razão que encaramos a consulta de diagnóstico como uma consulta com duas fases distintas, separadas temporalmente:

  • Uma primeira fase de análise e recolha de informação clínica exaustiva com recurso a registo fotográfico e radiológico;
  • Uma segunda fase de explicação e apresentação de um plano de tratamento, caso seja necessário.

A separação temporal entre as duas fases é essencial para que o caso seja analisado pela totalidade do corpo clínico.

Desta forma conseguimos proporcionar aos clientes o melhor de uma medicina dentária subespecializada desde o primeiro momento.